Nova plataforma de mobilidade promete baratear preços de corridas
Empresa 100% brasileira, Yet Go começa a operar no Rio no próximo dia 15
Uma nova plataforma de mobilidade urbana está prestes a chegar ao Rio de Janeiro para encarar de frente a concorrência na capital e no estado. A Yet Go, empresa 100% brasileira, deve entrar em operação no próximo dia 15. Até agora, já são 500 mil motoristas cadastrados em 80% dos municípios do Rio.
O aplicativo oferece uma série de benefícios para atrair os usuários e conquistar o primeiro lugar na disputa entre as plataformas que já existem na cidade. O principal diferencial é o preço. A Yet Go não trabalha com tarifa dinâmica e mantém fixo o preço do quilômetro rodado.
“O nosso valor é fixo e menor do que o do concorrente. Os usuários podem pagar tanto em cartão quanto em dinheiro e não é necessário informar o número do cartão para se cadastrar no aplicativo. Nossa expectativa para operar no Rio é muito positiva” conta Alberto de Souza Júnior, sócio-fundador e diretor de operações da plataforma.
Os motoristas cadastrados também terão vantagens. No primeiro mês, ficarão isentos de 100% da taxa de pagamento para a empresa. Além disso, terão convênios com postos de gasolina das cidades, onde o preço do combustível será R$ 0,20 menor do que o normal. Se for bem avaliado, o motorista terá redução na taxa de 25% que será cobrada pela empresa a partir do segundo mês de operação.
“Nossa maior preocupação é o atendimento. Temos que ser perfeitos. Teremos sempre promoções de corrida, como a Yet 10, que vai oferecer corridas a R$ 10 para qualquer destino dentro do município. E mimos como balas, bombons e água serão obrigatórios. Um passageiro bem avaliado pelos motoristas também receberá desconto” detalha Alberto.
No dia 15, a Yet Go começa a circular em 70 cidades do Brasil, incluindo o Rio e municípios do interior do estado. A plataforma entrou em operação nesta quinta-feira em todas as capitais da região Nordeste. Só no primeiro dia, realizou mais de mil corridas. A estimativa da empresa é que no início de fevereiro consiga faturar R$ 7 milhões por dia em corridas por todo o Brasil.
Artigo publicado originalmente em O Globo
